Eu conseguia controlar a dor física, mas não o meu sofrimento!
Eu sempre escondi muito bem, até porque o que as pessoas viam as vezes eram cortes que mais pareciam arranhões, então nem ligavam e quando surgia um corte novo com ele surgia uma mentira nova e se alguém perguntasse era só disparar o que eu já tinha formulado na mente. O pior que já me aconteceu foi um corte na barriga em que eu levei nove pontos mas falei para o médico e todos que ficaram sabendo que me machuquei com uma garrafa quebrada, foi verdade. Mas não esclareci que eu mesma quis me machucar. Neste dia eu podia ter morrido, mas quando me cortei não era essa a intenção eu só queria aliviar a dor, e perdurar um pouco mais. Como tomar um analgésico específico.
Nunca falei abertamente sobre isso com ninguém próximo a mim, as pessoas acham estranho e pronto, não entendem e acabam machucando a gente de outro jeito, essa é a verdade.
E pesquisando na internet, vejo que a prática é mais comum do que pensamos, no mundo inteiro.
E por que assusta tanto? Se todos nós temos sofrido tanto por um motivo ou outro.
Vi muitos relatos de pessoas indicando causas para a automutilação, mas esses dias descobri algo mais importante do que saber as causas, o falar sobre o assunto com alguém, mas não qualquer pessoa. Falar para alguém que tenha interesse em você, que demonstre que entende você ou pelo menos tenta entender. Eu fiz isso!!! Tive um impulso muito forte. E por falar para uma amiga por mensagem mesmo, eu li as palavras mais amáveis e consoladoras que eu tanto precisava naquele momento, nesse dia eu não me cortei.
Eu sou mais de me sabotar do que me auto-mutilar mas sinto impulsos fortes quando a dor está incontrolável, eu tenho usado muito a técnica do gelo, tem dias que quase me congelo inteira.
Depois que esse dia terrível terminou, eu fiquei pensando em como poderia não cair na automutilação sem precisar perturbar a minha amiga sempre.
Então pensei em coisas que eu posso fazer quando estiver com essa dor incontrolável e listei em um caderno para eu saber o que tentar fazer. E em último caso tentar falar com alguém...
As vezes eu me pergunto se um dia eu vou conseguir para totalmente com a automutilação.
Por enquanto desde esse dia eu não me machuquei literalmente.
Translate
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
sábado, 6 de dezembro de 2014
O que aconteceu nos últimos dias...
Os dias que se passaram foram dias de grandes mudanças e consequentemente, de muitos sentimentos, alguns incontroláveis até.
Está decidido eu irei morar só, ainda não sei como, mas eu vou. Já sei para onde vou e quando, (ainda esta semana), lá parece ser bem legal e meus futuros vizinhos me pareceram agradáveis.
Estou com planos de voltar para a universidade como já havia falado aqui, e dei os passos necessários para isso, vamos ver como será daqui para frente.
Enviei meu currículo para algumas empresas e consegui duas entrevistas, uma em um banco, que acho que não me saí bem daí o por quê de não terem me chamado e a outra eu fugi, não fui mesmo e daí?!
Nesses dias voltei a falar com os meus pais adotivos, então brigamos e deixamos de nos comunicar mas desde ontem estamos nos falando novamente. Até pensei em visitar eles na próxima semana, se isso acontecer, conto como foi.
Nesses dias ocorreu algo que me animou muito!!! Um convite inesperado de uma amiga para participar em um projeto super legal, uma ideia maravilhosa inteiramente dela, depois do convite borbulhou um monte de ideias legais na minha mente durante esses dias, houve uma noite que eu não estava tão bem e me distraí bastante criando umas coisas legais, até que o sono veio e o dia acabou.
Houve dois dias terríveis também, um em que o pensamento: "a morte é tudo que eu preciso" me acompanhou bem de perto e outro que para não sentir nada, assim que acordei tomei muitos remédios de manhã e dormi até as dez da noite, levantei para comer responder algumas mensagens que estavam no celular e como o dia tinha acabado tomei um banho quentinho e voltei a dormir.
Nesses dias minha mãe biológica teve que vir para a cidade onde eu moro e embora junto com ela venham péssimas lembranças nos encontramos, deu tudo certo.
Marquei consulta com uma nova terapeuta na próxima semana, dessa vez por aqui mesmo, não fiz isso por que eu quero, só fiz isso por causa da psiquiatra que estou indo, já que ela disse que só continuaria com ela se eu fizesse terapia. Bem então, lá vou eu outra vez.
Está decidido eu irei morar só, ainda não sei como, mas eu vou. Já sei para onde vou e quando, (ainda esta semana), lá parece ser bem legal e meus futuros vizinhos me pareceram agradáveis.
Estou com planos de voltar para a universidade como já havia falado aqui, e dei os passos necessários para isso, vamos ver como será daqui para frente.
Enviei meu currículo para algumas empresas e consegui duas entrevistas, uma em um banco, que acho que não me saí bem daí o por quê de não terem me chamado e a outra eu fugi, não fui mesmo e daí?!
Nesses dias voltei a falar com os meus pais adotivos, então brigamos e deixamos de nos comunicar mas desde ontem estamos nos falando novamente. Até pensei em visitar eles na próxima semana, se isso acontecer, conto como foi.
Nesses dias ocorreu algo que me animou muito!!! Um convite inesperado de uma amiga para participar em um projeto super legal, uma ideia maravilhosa inteiramente dela, depois do convite borbulhou um monte de ideias legais na minha mente durante esses dias, houve uma noite que eu não estava tão bem e me distraí bastante criando umas coisas legais, até que o sono veio e o dia acabou.
Houve dois dias terríveis também, um em que o pensamento: "a morte é tudo que eu preciso" me acompanhou bem de perto e outro que para não sentir nada, assim que acordei tomei muitos remédios de manhã e dormi até as dez da noite, levantei para comer responder algumas mensagens que estavam no celular e como o dia tinha acabado tomei um banho quentinho e voltei a dormir.
Nesses dias minha mãe biológica teve que vir para a cidade onde eu moro e embora junto com ela venham péssimas lembranças nos encontramos, deu tudo certo.
Marquei consulta com uma nova terapeuta na próxima semana, dessa vez por aqui mesmo, não fiz isso por que eu quero, só fiz isso por causa da psiquiatra que estou indo, já que ela disse que só continuaria com ela se eu fizesse terapia. Bem então, lá vou eu outra vez.
domingo, 23 de novembro de 2014
blog
Esse blog tem sido pra mim um caderno em branco que eu posso escrever o que eu quero. Gostaria de falar essas coisas também e como nem sempre posso, escrever já ajuda.
Ele tem sido um verdadeiro caso de amor e ódio!
Já pensei em eliminá-lo várias vezes, mas no fundo gosto da interação que há nele de outras pessoas que me enviam e-mails e alguns comentários também.
Muitos dias não tenho nada para escrever, e essa é a melhor descrição desses dias: NADA.
Mas acho que ele é um pouco como a minha vida, eu também já pensei várias vezes em eliminá-la, e tentei também. Mas nas vezes que só pensei e não tentei, houve algo que me impulsionasse a continuar um pouco mais, as vezes fico pensando nisso, de cada vez que eu penso em desistir, eu também penso em porque eu ainda estou de pé, uma amiga me fez ver o quanto somos fortes outro dia. Pois já vivemos em tempos tão difíceis e nós borders ainda temos um peso tão grande de dor, que as vezes esquecemos que se temos caminhado até aqui é porque tiramos força de algum lugar.
Ele tem sido um verdadeiro caso de amor e ódio!
Já pensei em eliminá-lo várias vezes, mas no fundo gosto da interação que há nele de outras pessoas que me enviam e-mails e alguns comentários também.
Muitos dias não tenho nada para escrever, e essa é a melhor descrição desses dias: NADA.
Mas acho que ele é um pouco como a minha vida, eu também já pensei várias vezes em eliminá-la, e tentei também. Mas nas vezes que só pensei e não tentei, houve algo que me impulsionasse a continuar um pouco mais, as vezes fico pensando nisso, de cada vez que eu penso em desistir, eu também penso em porque eu ainda estou de pé, uma amiga me fez ver o quanto somos fortes outro dia. Pois já vivemos em tempos tão difíceis e nós borders ainda temos um peso tão grande de dor, que as vezes esquecemos que se temos caminhado até aqui é porque tiramos força de algum lugar.
sábado, 22 de novembro de 2014
Pessoas que morrem
"Matar não quer dizer a gente pegar um revólver e fazer bum!
Não é isso.
A gente mata no coração.
Vai deixando de querer bem.
E um dia a pessoa morreu."
Não é isso.
A gente mata no coração.
Vai deixando de querer bem.
E um dia a pessoa morreu."
domingo, 16 de novembro de 2014
Quando as palavras doem mais que um soco no estômago
Eu nunca levei um soco no estômago, mas sei que dependendo de como um soco no estômago é dado em alguém essa pessoa pode até morrer.
Eu sempre me enfureci grandemente quando as pessoas que eu mais prezo questionavam a minha motivação relacionado a determinada atitude. Exemplo: "Você falou tal coisa pois queria me envergonhar na frente de outros".
NÃO! Eu não falei com essa intenção, o fiz querendo chamar atenção, ou era o que eu realmente estava sentindo na hora, ou foi uma brincadeira sei lá as vezes é outro motivo e mesmo explicando para pessoa em questão a merda já foi feita mesmo e eu não consigo lidar com as consequências disso. Mas eu que me meto nessas situações sei melhor que ninguém a minha motivação e estou tentando não deixar que me digam o por quê fiz certas coisas. Porque quando eu calo, dói tanto, me sinto mais horrível do que já sou. Palavras que parecem vidros que acabo engolindo e me cortando, me firo mas não solto para não ferir os outros. Talvez se eu tivesse pálpebras nos ouvidos conseguisse evitar muita coisa ruim.
Eu saí de casa faz um mês e meu pai adotivo falou que eu fui muito dramática na ocasião, falou que eu exagerei e coisas do tipo. E eu estou começando a entender que as pessoas só veem o que aparece aos olhos, o momento. Elas não têm a mesma sensibilidade que eu tenho. O que para alguns é exagero, para mim tem muito a ver com quem eu sou, meus sentimentos, ou mesmo como eu estou no momento, pois o que as pessoas veem é como se fosse menos de 10% do que eu realmente estou passando. Elas não sabem como eu fico na primeira oportunidade que tenho de ficar só, no meu quarto, no banheiro, ou mesmo quando elas me deixam só. E eu nem quero que saibam mesmo, pois se o pouco que elas sabem já causa reações tão repulsivas, então fica claro que se eu insistir será só para me machucar mais.
As vezes eu fico pensando que eu não consigo superar essas coisas, por que se eu cair literalmente, me machucar literalmente ou apanhar literalmente com o tempo passa. Mas quando se trata de palavras e atitudes, elas simplesmente não saem da minha cabeça, ficam martelando, sempre.
Há alguns dias atras eu estava dormindo sem controle, mas ultimamente eu tenho tentado me distrair com muitas coisas, mas não têm sido o bastante.
Sabe por que as palavras chegam até mim e dependendo do seu conteúdo podem ser devastadoras para mim? Por que quando o meu coração está cheio de amor ou qualquer outro sentimento, então eu começo a externar esse sentimento, com palavras. Então quando escuto palavras de quem amo sei que estão externando o que sentem ou o que acham de mim, o que elas já têm em seu coração, ainda mais quando são palavras ditas constantemente.
O que os que estão do outro lado falam de mim dificilmente mudará quem sou, mas estou começando a mudar o que eu pensava sobre eles.
Eu sempre me enfureci grandemente quando as pessoas que eu mais prezo questionavam a minha motivação relacionado a determinada atitude. Exemplo: "Você falou tal coisa pois queria me envergonhar na frente de outros".
NÃO! Eu não falei com essa intenção, o fiz querendo chamar atenção, ou era o que eu realmente estava sentindo na hora, ou foi uma brincadeira sei lá as vezes é outro motivo e mesmo explicando para pessoa em questão a merda já foi feita mesmo e eu não consigo lidar com as consequências disso. Mas eu que me meto nessas situações sei melhor que ninguém a minha motivação e estou tentando não deixar que me digam o por quê fiz certas coisas. Porque quando eu calo, dói tanto, me sinto mais horrível do que já sou. Palavras que parecem vidros que acabo engolindo e me cortando, me firo mas não solto para não ferir os outros. Talvez se eu tivesse pálpebras nos ouvidos conseguisse evitar muita coisa ruim.
Eu saí de casa faz um mês e meu pai adotivo falou que eu fui muito dramática na ocasião, falou que eu exagerei e coisas do tipo. E eu estou começando a entender que as pessoas só veem o que aparece aos olhos, o momento. Elas não têm a mesma sensibilidade que eu tenho. O que para alguns é exagero, para mim tem muito a ver com quem eu sou, meus sentimentos, ou mesmo como eu estou no momento, pois o que as pessoas veem é como se fosse menos de 10% do que eu realmente estou passando. Elas não sabem como eu fico na primeira oportunidade que tenho de ficar só, no meu quarto, no banheiro, ou mesmo quando elas me deixam só. E eu nem quero que saibam mesmo, pois se o pouco que elas sabem já causa reações tão repulsivas, então fica claro que se eu insistir será só para me machucar mais.
As vezes eu fico pensando que eu não consigo superar essas coisas, por que se eu cair literalmente, me machucar literalmente ou apanhar literalmente com o tempo passa. Mas quando se trata de palavras e atitudes, elas simplesmente não saem da minha cabeça, ficam martelando, sempre.
Há alguns dias atras eu estava dormindo sem controle, mas ultimamente eu tenho tentado me distrair com muitas coisas, mas não têm sido o bastante.
Sabe por que as palavras chegam até mim e dependendo do seu conteúdo podem ser devastadoras para mim? Por que quando o meu coração está cheio de amor ou qualquer outro sentimento, então eu começo a externar esse sentimento, com palavras. Então quando escuto palavras de quem amo sei que estão externando o que sentem ou o que acham de mim, o que elas já têm em seu coração, ainda mais quando são palavras ditas constantemente.
O que os que estão do outro lado falam de mim dificilmente mudará quem sou, mas estou começando a mudar o que eu pensava sobre eles.
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Tentando
Eu não posso fazer só o que eu quero, a vida é mais que isso. A vida é você ter que enfrentar muita coisa. Por enquanto o que faço de melhor é fugir.
Eu até sou esperta em algumas situações, sei jogar o jogo da vida por assim dizer. Afinal estou aqui para contar isso. Mas se em uma situação, eu estou envolvida emocionalmente, aí há problemas.
Se eu soubesse exatamente o que os outros esperam de mim seria mais fácil, mas como estou falando da vida, então devo esquecer essa parte de fácil.
Eu nunca falei eu te amo pessoalmente para alguém, pelo menos eu não lembro. Por mensagens é mais fácil. Ao ser questionada por meu pai esta semana passei a pensar nisso.
Sentir amor é importante mas amar é essencial, é algo maior, algo necessário. Você saber fazer algo é uma coisa, agora você exercer o que sabe é totalmente diferente. E é disso que estou falando. Acho que eu exerço em vez de falar, eu simplesmente amo. E se a pessoa tem whatsapp ela vai saber do contrário eu não falarei.
Eu ainda tenho que mudar muita coisa, mudar acho que é muito radical. Melhorar, essa é a palavra.
Mas deixem me contar o que já tenho feito e passado despercebida.
Eu consigo fingir que estou bem, mesmo quando não estou.
Eu consigo rir.
Sou super amigável com pessoas que nem conheço direito.
Eu já não me desespero tanto se alguém quer ir dormir as duas ou três da madruga quando eu ainda quero conversar mais.
Eu amo meus pais mas saí de casa para eles não sofrerem mais comigo e pretendo nunca mais voltar. Mas só decidi isso por que eles se cansaram. Já se passou um mês e oito dias, até agora tem dado certo.
Eu prefiro ter trabalho do que dar trabalho a outros, mas nem sempre dá certo.
Meu próximo passo é cuidar um pouco de mim, não sei bem como começar mas sem saber uma amiga me deu umas ideias.
Eu até sou esperta em algumas situações, sei jogar o jogo da vida por assim dizer. Afinal estou aqui para contar isso. Mas se em uma situação, eu estou envolvida emocionalmente, aí há problemas.
Se eu soubesse exatamente o que os outros esperam de mim seria mais fácil, mas como estou falando da vida, então devo esquecer essa parte de fácil.
Eu nunca falei eu te amo pessoalmente para alguém, pelo menos eu não lembro. Por mensagens é mais fácil. Ao ser questionada por meu pai esta semana passei a pensar nisso.
Sentir amor é importante mas amar é essencial, é algo maior, algo necessário. Você saber fazer algo é uma coisa, agora você exercer o que sabe é totalmente diferente. E é disso que estou falando. Acho que eu exerço em vez de falar, eu simplesmente amo. E se a pessoa tem whatsapp ela vai saber do contrário eu não falarei.
Eu ainda tenho que mudar muita coisa, mudar acho que é muito radical. Melhorar, essa é a palavra.
Mas deixem me contar o que já tenho feito e passado despercebida.
Eu consigo fingir que estou bem, mesmo quando não estou.
Eu consigo rir.
Sou super amigável com pessoas que nem conheço direito.
Eu já não me desespero tanto se alguém quer ir dormir as duas ou três da madruga quando eu ainda quero conversar mais.
Eu amo meus pais mas saí de casa para eles não sofrerem mais comigo e pretendo nunca mais voltar. Mas só decidi isso por que eles se cansaram. Já se passou um mês e oito dias, até agora tem dado certo.
Eu prefiro ter trabalho do que dar trabalho a outros, mas nem sempre dá certo.
Meu próximo passo é cuidar um pouco de mim, não sei bem como começar mas sem saber uma amiga me deu umas ideias.
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Coisas aleatórias
E a pessoa ainda não se dando conta de quem fez você mudar te pergunta: "Por que você está diferente?
Quando se ama alguém é preciso ser muito altruísta ao ponto de dar o que o outro precisa, e eu decide soltar... é! Decidi deixar livre, as vezes é isso que o outro quer, repare que eu não disse que é fácil, mas que é necessário dependendo da situação.
Alguns relaxam com o tempo já outros são relaxados mesmo.
Eu me sinto como uma bola de tênis, uma raquetada e eu já estou em outra direção totalmente oposta. Então comigo ninguém relaxa, por que quando acham que estão me entendendo, não é nada disso.
E esses dias eu estive pensando, que só um profissional interessado pode entender um pouco uma pessoa como eu ou uma pessoa que tenha o mesmo tipo de personalidade, por que por mais que tenhamos experiências diferentes, há uma empatia. E tal empatia não encontramos em qualquer um, mesmo querendo encontrar, isso não muda as coisas. Eu não encontrei e não vou encontrar, eu só preciso lembrar disso.
Quando se ama alguém é preciso ser muito altruísta ao ponto de dar o que o outro precisa, e eu decide soltar... é! Decidi deixar livre, as vezes é isso que o outro quer, repare que eu não disse que é fácil, mas que é necessário dependendo da situação.
Alguns relaxam com o tempo já outros são relaxados mesmo.
Eu me sinto como uma bola de tênis, uma raquetada e eu já estou em outra direção totalmente oposta. Então comigo ninguém relaxa, por que quando acham que estão me entendendo, não é nada disso.
E esses dias eu estive pensando, que só um profissional interessado pode entender um pouco uma pessoa como eu ou uma pessoa que tenha o mesmo tipo de personalidade, por que por mais que tenhamos experiências diferentes, há uma empatia. E tal empatia não encontramos em qualquer um, mesmo querendo encontrar, isso não muda as coisas. Eu não encontrei e não vou encontrar, eu só preciso lembrar disso.
Assinar:
Postagens (Atom)